O mercado da aviação está aquecido e acompanha o crescimento da economia do país. Isso significa que mais brasileiros estão voando e que as companhias nacionais expandirão suas rotas e seus postos de trabalho.

É nesse cenário que a profissão de comissário de bordo, mais conhecida como aeromoça, se destaca. Ser aeromoça sempre pareceu um bom negócio, ou seja, a profissão goza de certo status.  Por exemplo, os comissários de bordo teriam uma boa remuneração e o trabalho permitiria viajar pelo mundo inteiro.

Essa área de atuação profissional é o sonho de muitos jovens, pois pode significar uma carreira interessante e promissora. Segundo a assistente coordenadora do Centro Educacional de Aviação do Brasil - CEAB, Débora Amorin, a procura pela profissão aumentou bastante nos últimos anos. “há oitos anos atrás, quando fiz o curso, éramos em 15 alunos. Hoje nas salas em que dou aula temos uma média de 50″, afirmou a coordenadora.

Para assistente coordenadora da CEAB, a procura está relacionada com  a questão financeira “A profissão de comissário de bordo torna-se interessante, muitas vezes, por ser um curso que dura apenas 3 a 6 meses e barato, quando comparado à outras formações semelhantes. O retorno do investimento na profissão de aeromoça é rápido. Já nos primeiros meses de trabalho, o curso está pago. E a remuneração da categoria está na média salarial de muitas profissões que exigem curso superior” afirmou a coordenadora.

 Débora Amorin, antes de torna-se professora da CEAB, foi comissária de bordo, instrutora e chefe de classe executiva e lembra que nem tudo é flores na profissão de aeromoça. “Tem um outro lado também da profissão, ficamos muito tempo fora de casa e às vezes sofremos com a solidão e a saudade”, acrescentou Débora.

Fonte: Jornal Aeroportuário – Editora Folha1