12 ago
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11 ago
A demanda doméstica por voos cresceu 18,51% em julho deste ano na comparação com o mesmo período no ano passado, segundo os dados divulgados pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) nesta terça-feira.
O crescimento da demanda vem ocorrendo a cada mês e está em linha com o aumento da oferta de vôos e passagens pelas empresas, além de reduções nos preços das tarifas e promoções, incentivadas pelo aumento da concorrência entre as aéreas.
Nas rotas internacionais operadas por companhias brasileiras, a expansão chegou a 28,10% no mesmo confronto.
No segmento doméstico, a TAM segue líder, com uma fatia de 43% do mercado, ampliando a diferença em relação à principal concorrente, a Gol/Varig, que fechou o mês com 38,15% do total.
A Azul assumiu o terceiro lugar, com 6,31%, após superar a Webjet, que registrou 6,03%.
O nível de ocupação nos voos domésticos registrou alta em julho, para 71,18%. Em junho fora 64,53%. Já nas rotas internacionais, subiu de 76,1% para 82,24.
Entre as companhias brasileiras que operam rotas internacionais, a TAM mantém a liderança, apesar da queda, de 86,7% para 82,73%, seguida pela Gol/Varig, que subiu de 13,5% para 16,87%.
Fonte: Folha.com
10 ago
A Azul começou nesta segunda-feira a vender passagens aéreas em supermercados do Estado de São Paulo. São 32 pontos de venda localizados em estabelecimentos da capital paulista, Campinas, região do ABC, Vale do Paraíba e Baixada Santista.
O novo serviço é fruto de uma parceria da companhia com a rede de Lan houses Yesnet e tem por finalidade “facilitar o acesso da classe C ao transporte aéreo”, segundo a Azul.
As passagens podem ser adquiridas em dinheiro, cheque, boleto ou cartão de crédito, podendo ser parceladas em até 60 vezes, no caso do Banco do Brasil.
Quanto às aquisições com cartão, a Azul informa que praticará o chamado pagamento recorrente, no qual o valor das parcelas não é descontado integralmente do limite no momento da compra, mas debitado mensalmente.
TAM
Em busca de passageiros das classes C e D, a companhia aérea fechou na semana passada uma parceria com as Casas Bahia para a venda de passagens. Os estandes de venda estão funcionando desde domingo, nas filiais da Praça Ramos, Vila Nova Cachoeirinha e São Mateus, na capital paulista.
Fonte: Redação Terra
6 ago
O mercado da aviação está aquecido e acompanha o crescimento da economia do país. Isso significa que mais brasileiros estão voando e que as companhias nacionais expandirão suas rotas e seus postos de trabalho.
É nesse cenário que a profissão de comissário de bordo, mais conhecida como aeromoça, se destaca. Ser aeromoça sempre pareceu um bom negócio, ou seja, a profissão goza de certo status. Por exemplo, os comissários de bordo teriam uma boa remuneração e o trabalho permitiria viajar pelo mundo inteiro.
Essa área de atuação profissional é o sonho de muitos jovens, pois pode significar uma carreira interessante e promissora. Segundo a assistente coordenadora do Centro Educacional de Aviação do Brasil - CEAB, Débora Amorin, a procura pela profissão aumentou bastante nos últimos anos. “há oitos anos atrás, quando fiz o curso, éramos em 15 alunos. Hoje nas salas em que dou aula temos uma média de 50″, afirmou a coordenadora.
Para assistente coordenadora da CEAB, a procura está relacionada com a questão financeira “A profissão de comissário de bordo torna-se interessante, muitas vezes, por ser um curso que dura apenas 3 a 6 meses e barato, quando comparado à outras formações semelhantes. O retorno do investimento na profissão de aeromoça é rápido. Já nos primeiros meses de trabalho, o curso está pago. E a remuneração da categoria está na média salarial de muitas profissões que exigem curso superior” afirmou a coordenadora.
Débora Amorin, antes de torna-se professora da CEAB, foi comissária de bordo, instrutora e chefe de classe executiva e lembra que nem tudo é flores na profissão de aeromoça. “Tem um outro lado também da profissão, ficamos muito tempo fora de casa e às vezes sofremos com a solidão e a saudade”, acrescentou Débora.
Fonte: Jornal Aeroportuário – Editora Folha1
4 ago
O aumento na demanda pelo transporte aéreo no Brasil, aliado aos investimentos em infraestrutura previstos para os aeroportos brasileiros até a Copa de 2014, torna o momento oportuno para quem deseja trabalhar em companhias do setor de aviação civil.
Atualmente, são oferecidas pelo menos 482 vagas nas principais empresas aéreas brasileiras. A maior demanda é para agentes de aeroporto, áreas técnicas, operacionais e call center. Pessoas com deficiência física podem candidatar-se a 108 oportunidades de emprego.
O salário de comissário de bordo, por exemplo, fica em torno de R$ 2,5 mil. Já agentes de aeroportos (balcão de check-in e auxílio ao embarque e desembarque) recebem remuneração média de R$ 1,4 mil.
Mercado aquecido - Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) confirmam a tendência de expansão do setor aéreo. No primeiro semestre deste ano, houve expansão de 27,58% na demanda doméstica e de 13,42% na internacional, em comparação com o mesmo período do ano passado. Com o aquecimento do mercado, as companhias aéreas também investem em aquisições de novas aeronaves, o que irá demandar ainda mais profissionais nos próximos anos.
Maior empresa aérea brasileira, a TAM finalizou o ano passado com 132 aeronaves e, este ano, inaugurou o movimento de expansão da frota com a encomenda de 25 aviões da Airbus, em um negócio de quase US$ 3 bilhões. As novas aeronaves serão entregues entre 2014 e 2016.
A Azul também vai receber cinco jatos Embraer 195 extras ainda este ano e a expectativa é fechar 2010 com 26 aeronaves, 2011 com 38 aeronaves, 2012 com 50 e 2013 com 62. De acordo com o diretor de Recursos Humanos e Desenvolvimento Organizacional da empresa, Johannes Castellano, até o fim deste ano, a Azul vai contratar 130 pessoas por mês.
As de linhas aéreas disponibiliza as vagas em seus websites pelo link “trabalhe conosco”.
Onde buscar vagas
TAM (clique aqui para acessar)
GOL (clique aqui para acessar)
WEBJET (clique aqui para acessar )
AZUL (clique aqui para acessar)
AVIANCA (clique aqui para acessar)
TRIP (clique aqui para acessar)
NOAR (clique aqui para acessar)
3 ago
Os atrasos registrados em mais da metade dos voos da Gol nesta segunda-feira (2) não são reflexo de uma greve, mas de um acordo feito entre a companhia e o Sindicato Nacional dos Aeronautas para que os tripulantes não fiquem sobrecarregados e excedam o limite de horas de voos previsto por lei. A informação foi dada pelo presidente do sindicato, comandante Gelson Fochesato.
A Infraero, que administra os aeroportos do país, informou que a Gol teve 287 voos atrasados e 50 cancelados entre 0h e 15h desta segunda-feira. Os atrasos representam mais de 50% dos voos que estavam previstos para o horário.
Em nota, a companhia disse que os voos da empresa vêm sofrendo cancelamentos e atrasos além do normal desde a sexta-feira por conta do intenso tráfego aéreo causado pelo fim das férias escolares e pelos remanejamentos de voos do Aeroporto de Congonhas, que fecha as 23h, para o Aeroporto de Guarulhos.
“A situação, desenvolvida num fim de semana de pico de movimento, com retorno de férias escolares, ocorreu num momento em que a empresa finalizava a implementação de um novo sistema de processamento das escalas dos pilotos e comissários”, completou a companhia. “Algumas tripulações atingiram o limite de horas de jornada de trabalho previsto na regulamentação da profissão e foram impossibilitadas de seguir viagem, gerando um efeito em cadeia”.
Fochesato confirma a mudança na escala. Segundo ele, depois de três reuniões com a categoria, a Gol concordou no dia 26 de julho em diminuir o número de voos para que uma escala menos sobrecarregada já começasse a valer a partir de agosto.
“Em julho, acontecem muitos voos extras. As companhias fretam aviões para agências de viagens, há voos de férias. E eles não levam em consideração a capacidade da tripulação. Em agosto, isso deve melhorar, mas o acordo é de que agora os voos extras só serão aceitos dentro da capacidade”, explicou.
O uso excessivo da tripulação, de acordo com ele, contraria as normas da aviação. “De fevereiro a julho, tivemos 800 denúncias de funcionários por excesso de jornada e falta de folga. Todas as companhias estão trabalhando fora do permitido. Os funcionários estão sobrecarregados, estressados e cansados”, disse.
Fochesato afirmou ainda que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) é responsável por liberar os comissários formados para contratação, mas isso demora a acontecer.
“A Anac, em vez de fiscalizar e ouvir as demandas dos sindicatos, fica liberando voos e demorando na liberação de novos comissários. A aviação brasileira está crescento muito e isso é bom, porque a sociedade pode viajar mais e por menos. Mas a formação da tripulação não acompanha e os tripulantes estão no limite, sobrecarregados”, explicou.
Segundo o sindicato, até o momento, apenas a Gol aceitou negociar a reestruturação da escala. O próximo passo é negociar com a Tam.
Tripulantes extras foram chamados para normalizar a situação.
A TAM também registrou atrasos e cancelamentos, mas em menor quantidade. Foram 36 atrasos (7,5% do previsto) e seis cancelamentos (1,2%). Avianca, Azul e Webjet tiveram juntas 28 atrasos e três cancelamentos.
Ao todo, 359 voos domésticos e 17 voos internacionais sofreram atrasos e 69 foram cancelados no país.
Fonte: Do UOL Notícias
2 ago
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