10 fev
Nesta matéria, originalmente publicada no site Aviação Brasil e atualizada, estão destacadas as empresas em três nÃveis: Domésticas, Regionais e Cargueiras.

A Azul recebeu em 21 de janeiro um ATR 72-202 (PR-AZS), em Toulouse, França. É a segunda aeronave ATR 72 que chega à companhia. As duas aeronaves, usadas, darão inicio ao plano da empresa de atender novas localidades. Os primeiros voos irão de Campinas a Ribeirão Preto e de Campinas a São José do Rio Preto. Agora a frota está composta por 10 Embraer 190, 17 Embraer 195 e 2 ATR 72-200. Este ano, mais 3 ATR 72-200 devem chegar. A expectativa é receber o primeiro ATR 72-600 ainda no segundo semestre, além de 11 novos jatos da Embraer.
A Avianca Brasil permanece com 3 Airbus A319-115 e 14 Fokker 100.
A Gol Transportes Aéreos está com uma frota consolidada de 33 Boeing 737-700NG e 64 Boeing 737-800NG. Soma-se ainda os 9 Boeing 737-700, 9 Boeing 737-800, 1 Boeing 767-200ER e 4 Boeing 767-300ER, que estão em operação na VRG Transportes Aéreos.
A PumaAir possui 1 único Boeing 737-322 e 1 Boeing 767-300ER arrendado para operar a linha de Luanda.
A TAM possui em frota 24 Airbus A319, 85 Airbus A320, 7 Airbus A321, 18 Airbus A330-200, 2 Airbus A340-500, 3 Boeing 767-300ER e 4 Boeing 777-300ER. Soma-se a este número mais 5 ATR 42-300, 2 Airbus A319 e 1 Airbus A320 da Pantanal. A empresa espera receber, em 2011, mais 2 Airbus A319, 2 Airbus A321 e 2 Airbus A330.
A Webjet possui 23 Boeing 737-300 e espera receber mais 1 aeronave do mesmo modelo em breve.
A Whitejets, de fretamento, possui 1 Airbus A310-300 e 1 A320-200.
Abaeté: 2 Embraer 110
Meta: 2 Embraer 120
NHT: 6 Let 410
Noar: 2 Let 410 mais um encomendado
Passaredo: 3 Embraer 120, 1 ERJ 135 e 10 ERJ 145
Sete: 5 Cessna 208B Caravan e 1 Embraer 120
Sol: 1 Let 410
Team: 3 Let 410
Trip: 11 ATR 42-300, 6 ATR 42-500, 15 ATR 72-200 e 9 Embraer 175. Deve receber mais 17 aeronaves este ano, incluÃndo 6 Embraer 170 e 3 Embraer 190. Em 2012 começam a chegar 5 ATR 72-600 e 5 Embraer 190, além de outras 3 aeronaves que farão com que a frota fique com 70 aeronaves ao final do próximo ano.
Absa: 3 Boeing 767-300ERF
Air Brasil: 1 Boeing 727-227F
CargoBis: 2 Boeing 757-200F encomendados
MTA Cargo: 3 Douglas DC-10-30F
Mega: 1 Cessna 208B Caravan
Rio Linhas Aéreas: 6 Boeing 727-200F mais 1 encomendado
Sideral: 1 Boeing 737-300F
SP Cargo Air: 1 Boeing 727-200F encomendado
TAF: 1 Boeing 727-200F e 4 Cessna 208, sendo 1 da versão 208A e 3 da versão 208B
Total: 3 ATR 42-500 e 6 Boeing 727-200F
Varig Log: 2 Boeing 727-200F, 1 Boeing 737-400F e 1 Boeing 757-200F. Deve receber mais 1 Boeing 737-400F e 1 767 Cargueiro ainda em 2011.
Fonte: Aviação Brasil
27 jan
Enquanto em Ribeirão Preto, cidade situada a 313 km de São Paulo, o aeroporto Leite Lopes bate recordes de passageiros e se prepara para receber mais uma companhia aérea – a Azul -, outras cidades da região tentam alavancar a aviação comercial.

Franca, São Carlos, Araraquara e Barretos não receberam, durante todo o ano passado, um único passageiro proveniente de voos regulares. Essas cidades, porém, querem tirar seus terminais do quadro de subutilização.
No caso de Araraquara,que fica a 273 km da capital paulista, o aeroporto Bartolomeu de Gusmão recebeu três voos desviados de Ribeirão. Isso ocorreu porque o Leite Lopes esteve proibido pela Anac de operar com a pista molhada.

A Prefeitura de Araraquara afirma que, em 2010, fez ao Estado um pedido de municipalização do terminal aéreo local. A administração diz que, se assumir o controle do aeroporto, poderá fazer investimentos para que o local receba voos diários.
Em São Carlos, a 232 km de São Paulo, de acordo com o secretário de Planejamento e Gestão, Rosoé Francisco Donato, a prefeitura também já pediu ao Estado investimentos no aeroporto Mário Pereira Lopes. O principal pedido é a ampliação da pista, que hoje é de 1.700 metros – a menor das quatro cidades. Para Donato, o investimento, não objetiva exclusivamente fomentar a aviação comercial na cidade, mas estima garantir o pouso de aviões maiores para o centro de manutenção da TAM, que fica ao lado do terminal.
Outra cidade que pleiteia entrar na rota de voos domésticos é Barretos, localizada a 423 km da capital. O prefeito Emanoel Carvalho (PTB) disse que a cidade tem demanda ao menos para uma ligação aérea com Ribeirão – para o acesso de empresários e de pacientes e médicos que se deslocam ao Hospital de Câncer.
Em agosto, época da tradicional Festa do Peão, Barretos recebe grande volume de voos fretados.
Carvalho já vê no aeroporto da cidade boas condições estruturais. Por isso, uma negociação para a rota Barretos-Ribeirão chegou a ser feita com a Passaredo. Por meio de sua assessoria, a companhia confirmou a conversa em 2010, mas disse que a ideia não avançou.
Uma das principais barreiras para a entrada de companhias aéreas nas cidades é a rentabilidade das rotas.
Em Franca, a 400 km de São Paulo e o segundo maior municÃpio da região, o secretário do Desenvolvimento, Alexandre Ferreira, disse que há interesse em voos regulares, mas que entende o argumento das empresas aéreas. “As companhias julgam que é inviável. Não adianta só a gente querer, se o voo vai ser deficitário”, afirmou.
A notÃcia vem do site da Folha de São Paulo.
20 jan
O transporte aéreo de São Paulo é atendido quase totalmente por Congonhas e Cumbica (Guarulhos). Como o governo diz que esses dois aeroportos estão no limite de suas capacidades, já se estuda o terceiro aeroporto.

Isso é recomendável e saudável, mas Viracopos já existe, atende diretamente uma boa parcela do interior do Estado e talvez seja melhor ampliar do que começar do zero.
O plano de Viracopos previa duas pistas paralelas independentes, mas a prefeitura nada fez contra a ocupação irregular, chegando depois a incentivar com melhorias a área prevista para a segunda pista (Jardim São Domingos e Itaguaçu).
Com isso, a desapropriação prevista tornou-se problemática, levando à mudança da localização da segunda pista, com impactos na única área de cerrado existente no Estado.
Até 2008, Viracopos era um aeroporto essencialmente cargueiro, mas a estreia da Azul, em dezembro daquele ano, fez com que o número de seus passageiros em 2010 fosse mais de quatro vezes o de 2008.
Fez também com que a TAM e a Gol aumentassem sua presença ali, mas a Azul, que tem em Viracopos o polo central (hub) de suas operações, domina, com 65%.
Operando 26 aviões, a Azul deve receber mais 20 neste ano e, com isso, a demanda em Viracopos deve continuar crescendo fortemente. É uma pena que o aumento observado de demanda, que implicou incremento de receitas, não tenha resultado na melhora, nem mesmo na manutenção, da qualidade dos serviços prestados aos usuários.
Isso fica claro no estacionamento, em que não houve aumento no número de vagas. O terreno não é pavimentado nem há iluminação noturna apropriada.
Possui, no entanto, preços semelhantes ou superiores aos do aeroporto de Guarulhos, onde há iluminação e pavimentação.
Em fevereiro de 2001, Fernando Perrone, então presidente da Infraero, anunciava, ainda para aquele ano, tanto o inÃcio das obras do terceiro terminal em Guarulhos como as desapropriações para a construção da segunda pista em Viracopos.
Dez anos depois, a obra de Guarulhos está longe de ser concluÃda. A Infraero já avisou que só 60% do terminal estará concluÃdo na Copa de 2014. E as desapropriações em Campinas ainda não se concretizaram.
O novo governo tem a obrigação de tirar do atoleiro as obras aeroportuárias necessárias. O tempo passa, mas ainda há tempo. Por pouco que seja.
Fonte: Folha de São Paulo, via Aviação NotÃcias
13 jan
Diplomatas americanos intervieram em várias ocasiões para convencer governos estrangeiros a comprar aviões fabricados pela Boeing e não por sua concorrente europeia Airbus, afirma uma nova publicação de documentos dos Estados Unidos vazados pelo WikiLeaks.

As mensagens diplomáticas, repassadas ao jornal The New York Times pelo site WikiLeaks, documentam vários incidentes nos quais diplomatas defenderam e lutaram a favor da Boeing em contratos multimilionários, com o argumento de que eram cruciais para o crescimento da economia americana.
Um documento relata a resposta favorável do rei saudita Abdullah, em 2006, a um pedido pessoal do então presidente George W. Bush para que comprasse 43 Boeing para a estatal Saudi Arabian Airlines e outros 13 para a frota real.
Mas o rei “queria ter toda a tecnologia que seu amigo, o presidente Bush, tinha em (seu avião oficial) Air Force One”, afirma o documento citado pelo New York Times.
Quando o monarca tiver seu avião particular equipado com a tecnologia mais avançada do mundo em telecomunicações e defesa, “se Deus quiser, tomará uma decisão que será muito satisfatória”, acrescenta o documento.
Em novembro, a companhia aérea anunciou que havia assinado um contrato com o fabricante americano para 12 novos 777-300ER por cerca de 3,3 bilhões de dólares. O departamento de Estado confirmou ao jornal que havia autorizado o “reparo” do avião do rei, mas recusou-se a dar detalhes por questões de segurança.
A Airbus também recebeu ajuda similar por parte do presidente francês: os documentos descrevem, entre outros, uma luta amarga entre a administração Bush e Nicolas Sarkozy para obter um contrato com o Bahrein.
A diplomacia americana ganhou a disputa unindo a assinatura do contrato a uma visita de Bush em janeiro de 2008, a primeira de um presidente dos Estados Unidos em exercÃcio ao Emirado, informou o jornal.
A Turquia, por sua vez, queria ter seu próprio astronauta em um voo do ônibus especial americano na época em que a companhia Turkish Airlines estudava a compra de 20 jatos, segundo os documentos.
Há um ano, o ministro turco de Transporte, Binali Yildirim, reuniu-se com o então embaixador dos Estados Unidos em Ancara, James Jeffrey, e deixou claro que a Turquia quer ajuda com o seu programa espacial. “A cooperação nesta área criará o ambiente adequado para as negociações comerciais”, disse Yildirim ao diplomata.
Fonte: AFP, via o Blog Desastres Aéreos.
11 jan
O setor de aviação vem apresentando problemas quanto à escala de serviço de seus tripulantes, devido, principalmente, ao aumento do trabalho e à escassez de profissionais da área (pilotos, comissários, atendimentos de check-in etc). Muitas companhias, sem outra alternativa, estão cancelando seus voos e deixando de efetuar diversas operações por falta de mão de obra.

Em função desse aquecimento, o CEAB – Centro Educacional de Aviação do Brasil – especializado na formação de profissionais na área da aviação civil comercial há 12 anos, acaba de abrir novas datas para os cursos de check-in, comissário (a) de bordo e antissequestro.
Check-in ou atendimento em aeroportos – prepara o profissional para o mercado de turismo, abrangendo aeroportos, agências de viagens e turismo, hotéis, check in e check out, atendimento na recepção de passageiros de companhias aéreas, noções de hostess de restaurantes e de vendas de passagens aéreas, entre outros. Saiba mais sobre este curso aqui.
Comissário (a) de bordo – é ministrado por professores e instrutores altamente qualificados em suas funções e devidamente homologados pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), tendo um dos maiores Ãndices de aprovação pela Agência. A escola participa frequentemente de processos seletivos de companhias aéreas nacionais e internacionais, indicando diversos ex-alunos do CEAB que estão em busca de novas oportunidades. Conheça o curso completo aqui.
O curso de antissequestro é ministrado em um único dia (22/01), das 9h às 17h. É disponibilizado aos profissionais da aviação (comissários, pilotos, check-in, atendimentos em aeroportos), bem como pessoas interessadas pelo assunto. Todos os detalhes aqui.
Os cursos são realizados nas dependências do CEAB, e para qualquer informação ou esclarecimento adicional, não hesite em entrar em contato!
11 dez
(Aqui Acontece) A empresa Nordeste Aviação Regional (Noar) Linhas Aéreas, realiza seleção de pessoal para trabalhar no Aeroporto Zumbi dos Palmares, na função de auxiliar de pista de aeroporto, que será responsável pela colocação de escada na aeronave para embarque e desembarque de passageiros, limpeza da aeronave, levar bagagens para a aeronave e receber a aeronave na pista após o pouso.
A seleção acontece nesta sexta (11) e na próxima segunda-feira (14), de 8h às 14h, no posto de atendimento do Sine, no bairro de Jaraguá. Procurar a Central de Vagas e falar com Ana Lucena.
11 nov
Desde ontem, muito se comenta sobre os números divulgados pela Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil. De acordo com o órgão, em outubro, a demanda por voos domésticos cresceu 42% comparada ao mesmo mês de 2008, ou seja, temos aà um forte sinal de que a crise está mesmo ficando mesmo para trás. Pelo menos no setor aéreo. Os números de setembro já haviam sido bons – com um crescimento de quase 30% – e a tendência é de que os próximos meses apresentem também excelentes resultados.
Especialistas comentam o caso. “Novembro e dezembro devem registrar altas acima de 30%. Sobretudo no caso de dezembro, que tem uma base de comparação muito baixa, pode chegar a 45%”, diz Paulo Bittencourt Sampaio, diretor da Multiplan Consultores Aeronáuticos, para a Agência Estado. Ainda sobre o novo momento vivido pela aviação civil brasileira, o presidente do CEAB, Salmeron Carsoso Jr, complementa: ” Temos pela frente uma sucessão de fatos positivos, como a Copa de 2014 e as OlimpÃadas, previstas para 2016. Essa é a hora certa para quem deseja ingressar em uma verdadeira carreira promissora”, diz.
Se você tem vontade de trilhar um caminho profissional de sucesso, esse é o momento. Invista nesses novos ares!